Cinco livros de rock que você precisa ter.

julho 11, 2018

Olá Pessoas,

Hoje dia 13 de julho é comemorado ''O dia mundial do rock''  e eu separei cinco livros que você precisa ter na sua estante e conhecer mais sobre  ''O mundo obscuro do Rock''.


Editora: Belas Artes



Eleito Pela Revista Rolling Stone Como Uma Das Melhores Autobiografias De Rock De Todos Os Tempos. As Cicatrizes Reais De Uma Lenda Da Música. Considerada Pela Rolling Stone Como Uma Das Melhores Autobiografias De Roqueiros De Todos Os Tempos, Scar Tissue Expõe A Alma De Anthony Kiedis, Vocalista Do Red Hot Chili Peppers. Kiedis Oferece Uma História De Dedicação E Devastação, De Intriga E Integridade, De Imprudência E Redenção – Uma História Que Só Poderia Ter Saído Do Mundo Do Rock.

Editora: Intrínseca
 

Muito mais do que um ícone do rock: as extraordinárias memórias 
do vocalista do Iron Maiden

Com mais de 40 anos na estrada e 90 milhões de álbuns vendidos, o Iron Maiden se firmou como uma dais maiores, mais sólidas e mais influentes bandas de rock de todos os tempos. Para milhões de fãs, essa trajetória de sucesso está diretamente associada a um nome e uma voz: Bruce Dickinson, vocalista e líder do grupo há 30 anos.
Mas, para além das performances lendárias, Bruce é um homem de muitos talentos. Ele é piloto e empreendedor da aviação, cervejeiro, palestrante, roteirista, escritor com dois livros publicados, apresentador de rádio, ator de TV e exímio esgrimista — ou seja, uma pessoa absolutamente singular.
Conhecido por não falar da vida pessoal, Bruce compartilha em Para que serve esse botão? os detalhes de suas memórias extraordinárias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. Leitura indispensável para fãs do Iron Maiden, curiosos sobre música, amantes de biografias ou de trajetórias inspiradoras.

Editora: Novo Século


Conheça a vida, a arte e os segredos de Jim Morrison, protagonista de uma das mais impressionantes tragédias modernas. A biografia Ninguém sai vivo daqui é o resultado de sete anos de escrita, e mostra em toda sua complexidade o cantor, filósofo, poeta, delinquente e fundador do The Doors. Escrito por Jerry Hopkins, autor de Elvis: the biography, e Danny Sugerman, confidente e assessor dos Doors, o livro tornou-se best-seller do The New York Times, com mais de 2 milhões de exemplares vendidos e serviu como principal fonte do filme de Oliver Stone, The Doors.

Editora: Edições Ideal 


A curta, genial e trágica trajetória de Ian Curtis, vocalista do Joy Division, faz parte daquelas grandes histórias do rock’n’roll. Viveu rápido, morreu jovem e virou mito.

Tocando a distância é o relato íntimo, aprofundado e fiel das duas personas do cantor, o mito e o homem, escrito pela única pessoa qualificada para essa missão: a sua viúva Deborah Curtis.

Reverenciado por seus colegas (“a voz sagrada de Ian Curtis”, disse certa vez Bono Vox, do U2) e idolatrado por seus fãs, Ian Curtis deixou um legado artístico formidável. Hipnotizante em cima do palco, mas introvertido e propenso a variações de humor na vida particular, Ian cometeu suicídio em 18 de maio de 1980.

Essa biografia mostra como Ian Curtis foi seduzido pela glória de uma morte prematura, mesmo com esposa, filha e o iminente sucesso internacional. Considerado o livro essencial sobre esse ícone da era pós-punk, o volume traz prefácios escritos por grandes nomes do jornalismo musical: o inglês Jon Savage e o brasileiro Kid Vinil. O premiado filme Control, de Anton Corbijn, foi baseado nesse livro. A obra ainda inclui todas as letras (algumas inéditas), escritos inacabados, fotos do arquivo pessoal de Deborah Curtis, discografia e a lista de shows do Joy Division.

Editora: Globo Livros 

Uma das mais amadas – e reclusas – bandas do mundo tem sua trajetória de quarenta anos resgatada por Mick Wall, escritor e jornalista especializado em história do rock. Livro inclui caderno de fotos com 16 páginas. Em novembro de 1989, quando a queda do Muro de Berlim liberou os alemães orientais para devorarem os bens de consumo do mundo capitalista, os discos de música mais procurados por eles não foram os dos Beatles, de Bob Dylan, Mozart ou Beethoven. Foram os do AC/DC. Publicada à época pela revista Newsweek, a informação é uma das peças utilizadas pelo jornalista britânico Mick Wall para montar o quebra-cabeça que resultou em AC/DC: a biografia, volume que a Globo Livros acaba de lançar. Nessa empreitada, ressalta o autor, não houve cooperação nem interdição por parte dos biografados. Fiéis ao estilo AC/DC de ser, eles dedicam a mais solene indiferença ao que se diz ou se escreve sobre o grupo, para o bem ou para o mal. Tanto melhor: quem ganha, no caso, é o leitor. Sem o inevitável comprometimento que se estabeleceria no caso de participação direta dos biografados, Wall se viu livre para construir um livro que passa longe de ser um relato de fã apaixonado. A partir de entrevistas que ele mesmo fez com membros da banda em diversas ocasiões, depoimentos inéditos de personagens que ajudaram a construir o mito e uma ampla pesquisa sobre tudo o que se publicou a respeito do AC/DC em seus quarenta anos de carreira, o autor extraiu uma narrativa o mais próximo possível da verdade factual.


Fonte: Saraiva Online 

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2 comments

  1. Adoro livros que contam sobre pessoas reais, principalmente sobre pessoas que influenciaram e ainda influenciam várias outras.
    Inclusive, em uma promoção da livraria Curitiba, comprei uma biografia dos Rolling Stones por 5 renhais, preciso dizer que amei?

    xoxo
    www.foradocontexto.com

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    1. Thaís! 5 Reais?? nossa que tudoooo, nem precisa dizer nada Rolling Stones é paixão. mas gostaria de vê uma resenha do livro ;)

      Bjsss

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